Toda empresa tem uma data de início. Mas nem toda empresa consegue olhar para trás e enxergar uma história que mudou junto com as pessoas que fizeram parte dela.
Resumo rápido: a Rigue nasceu em 2010 como uma agência de bairro em Blumenau e, ao longo de 16 anos, evoluiu para uma marca de viagens internacionais em grupo, comunidade e experiências com curadoria.
Em 2010, quando Diego e Bruna iniciaram as atividades da então Sky Tour Viagens, a ideia era simples e concreta: criar uma agência de viagens no bairro Fortaleza, em Blumenau, capaz de atender pessoas de perto, vender excursões, passagens, ingressos, viagens escolares e produtos turísticos com confiança.
Era uma agência pequena, mas com vontade de fazer diferente.
A primeira estrutura traduz bem esse começo: um container de apenas 8 metros de comprimento por 2,3 metros de largura. Lá dentro, uma mesa, uma cadeira, uma vitrine de sonhos e a Bruna ocupando aquele espaço com a missão de transformar pedidos de viagem em possibilidades reais.
Na época, abrir uma agência dentro de um container não era comum. Mas isso já dizia muito sobre o espírito da empresa: fazer do jeito possível, com coragem, criatividade e proximidade.

O começo como Sky Tour
A marca nasceu como Sky Tour Viagens, inspirada na empresa de transporte de passageiros do seu Mário, pai da Bruna. Naquele momento, usar uma marca já conhecida fazia sentido. Havia uma estrutura familiar por trás, uma relação de confiança e um caminho possível para começar.
Nos primeiros anos, a agência atendia diferentes frentes: excursões rodoviárias, passagens, ingressos, produtos avulsos e, principalmente, viagens escolares.
Durante muito tempo, a empresa ficou conhecida em Blumenau e região por organizar viagens para escolas com cuidado, presença e atenção ao relacionamento.
Outra parceria importante surgiu cedo: o Beto Carrero World.
A venda de ingressos e passeios para o parque se tornou uma das grandes forças da fase inicial. A empresa chegou a ter quiosque em shopping para venda de ingressos e passou a receber reconhecimentos de destaque em vendas, consolidando uma reputação regional importante.
Mais do que volume, essa fase ensinou algo essencial: quando o atendimento é próximo e bem feito, o cliente volta, indica e confia.

Da agência tradicional aos primeiros produtos próprios
Com o passar dos anos, a operação cresceu e se diversificou.
A Sky Tour deixou de ser apenas uma agência de bairro com produtos de prateleira e começou a criar experiências próprias. Vieram projetos como Ladies Trip, Experience, Expedição Descobrindo o Brasil, Sky Tour Dreams e outros formatos que ajudaram a empresa a entender uma coisa importante: vender viagem era pouco.
O que realmente fazia diferença era criar uma experiência com sentido.
Aos poucos, a pergunta mudou.
Deixou de ser apenas “qual produto vamos vender?” e passou a ser “que tipo de experiência queremos construir?”.
A virada de 2018
Em 2018, aconteceu uma das grandes viradas da história da empresa.
Foi quando Diego, Bruna e Marciano perceberam que o caminho não era mais operar como uma agência tradicional, vendendo passagem avulsa, hotel solto ou produto de prateleira.
A empresa começou a se posicionar com mais força em grupos, experiências próprias e viagens com ticket mais alto, mas também com muito mais valor percebido.
Essa mudança não foi apenas comercial. Foi uma mudança de mentalidade. Marciano já fazia parte desse movimento e ajudava a dar forma ao jeito Rigue de se relacionar com os viajantes, mas essa história merece uma próxima matéria só para ela.
Atendimento com hora marcada, menos foco em produtos avulsos, mais atenção à experiência, mais profundidade na relação com o cliente e uma visão cada vez mais clara de comunidade.
A agência deixava de ser apenas um ponto de venda.
Começava a se tornar uma marca com jeito próprio de viajar.
Quando Sky Tour deixou de representar a essência
Com essa transformação, o nome Sky Tour já não carregava mais tudo que a empresa estava se tornando.
A marca tinha cumprido seu papel no início. Tinha história, relação familiar e memória. Mas a empresa havia mudado.
As viagens estavam diferentes.
O jeito de atender, comunicar e criar produtos já não cabia mais em uma marca que remetia a uma agência tradicional.
Em 2019, a empresa já buscava uma identidade mais alinhada ao que estava construindo: uma marca menos presa à lógica de agência tradicional e mais conectada a experiências, grupos e comunidade.
Em dezembro de 2020, esse processo ganhou forma com o rebranding para Rigue Viagens. Pouco depois, em 2021, enquanto o turismo ainda atravessava um dos períodos mais difíceis da sua história, a nova marca seguia olhando para frente.

O nascimento da Rigue
A inspiração veio do conceito dinamarquês “Hygge”, uma palavra sem tradução exata para o português, mas ligada à ideia de viver bons momentos, cercado por pessoas queridas, com bem-estar, presença e simplicidade.
A Rigue nasceu dessa inspiração.
Mais do que um novo nome, era uma nova forma de expressar algo que já vinha acontecendo na prática: as viagens deixavam de ser apenas roteiros e passavam a ser encontros, vínculos, histórias e memórias compartilhadas.
Rigue é viver uma vida de bons momentos, cercado de pessoas queridas.
É viajar com quem compartilha do mesmo desejo de viver mais, conhecer o novo e aproveitar o agora.
É transformar deslocamento em pertencimento.
A pandemia e a decisão de continuar perto
Em 2021, com a pandemia ainda afetando diretamente o turismo, a Rigue precisou seguir perto das pessoas mesmo em um momento de viagens canceladas, fronteiras fechadas, incerteza e medo.
Mas mesmo nesse período, a Rigue não deixou de olhar para o cliente e para a experiência.
Foi quando surgiram iniciativas como a Expedição Descobrindo Santa Catarina, uma proposta de turismo afetivo e ao ar livre, com guia interativo, toalha de piquenique, vídeos e dicas práticas enviados para que as pessoas pudessem viver o estado de outro jeito.
Mesmo sem poder operar como antes, a essência continuava ali: inspirar pessoas a olhar o mundo com mais presença.

De Blumenau para o Brasil
De uma agência de bairro no Fortaleza, em Blumenau, a Rigue passou a atender clientes de todo o Brasil.
Hoje, os grupos reúnem viajantes de mais de 20 estados. Em muitos embarques, especialmente os que partem de São Paulo, é comum haver mais passageiros de fora de Santa Catarina do que da própria região onde tudo começou.
Isso mostra a força da comunidade construída ao longo dos anos.
A Rigue deixou de ser apenas uma empresa local e passou a ser uma marca procurada por pessoas que se identificam com um jeito de viajar.
Pessoas que entendem que a vida é agora.
Pessoas que querem conhecer o mundo com companhia, segurança, curadoria e significado.

Reconhecimento que confirma uma trajetória
Ao longo desses 16 anos, a história também foi marcada por reconhecimento.
Na fase Sky Tour, vieram 7 prêmios ligados ao Beto Carrero World, fruto de anos de trabalho forte com vendas, atendimento e relacionamento.
Diego também foi reconhecido como Destaque Jovem Empreendedor da cidade pelo Prêmio Gustav Salinger.
Mais recentemente, já como Rigue Viagens, a empresa recebeu reconhecimento nacional da MSC Cruzeiros, sendo premiada 4 vezes entre as maiores agências de cruzeiros do Brasil.
Esses prêmios são importantes, mas não são o centro da história.
Eles são consequência.
Consequência de fazer bem feito, de manter relação próxima com clientes e parceiros, de se reinventar quando necessário e de não tratar viagem como produto comum.

Uma comunidade de pessoas que escolheram viver agora
O que diferencia a Rigue hoje não é apenas a lista de destinos.
É a comunidade que se formou ao redor da marca.
Existe serviço, claro. Existe planejamento, operação, atendimento, logística e venda. Mas existe também amizade, confiança, leveza e pertencimento.
Quando pessoas que pensam de forma parecida se encontram em uma viagem, algo muda.
O grupo deixa de ser apenas um conjunto de passageiros.
Vira convivência.
Vira troca.
Vira memória.
E talvez essa seja uma das maiores conquistas desses 16 anos: ver que a proposta foi sendo entendida por quem realmente acredita que a vida precisa ser vivida.

16 anos depois
A Rigue começou pequena, em um container, como uma agência de bairro.
Passou por viagens escolares, ingressos, excursões, produtos próprios, rebranding, pandemia, grupos internacionais, premiações e muitos embarques.
Mas, no fundo, existe uma linha que conecta tudo isso: o desejo de fazer diferente.
Diferente no atendimento.
Diferente na comunicação.
Diferente na curadoria.
Diferente na forma de transformar viagem em experiência.
Hoje, aos 16 anos, a Rigue segue olhando para frente, mas sem esquecer de onde veio.
Porque cada fase ajudou a construir o que a marca é agora: uma comunidade de viajantes que escolhe viver o mundo com mais presença, companhia e significado.
Rigue-se. Viva o agora.
Para continuar entendendo o jeito Rigue de viajar, leia também como funciona viajar em grupo com a Rigue, por que viagem em grupo não precisa ser engessada e a diferença entre visitar um destino e viver uma experiência.
Perguntas frequentes sobre os 16 anos da Rigue Viagens
Quando a Rigue Viagens começou?
A trajetória começou em 2010, em Blumenau, com Diego e Bruna, ainda na fase em que a empresa atuava como Sky Tour Viagens.
Por que a Rigue deixou de ser uma agência tradicional?
Porque o negócio evoluiu para experiências próprias, viagens em grupo, relacionamento com passageiros e construção de comunidade, deixando de ser apenas uma operação de venda de pacotes.
O que diferencia a Rigue hoje?
A Rigue combina curadoria, acompanhamento, comunicação próxima e senso de comunidade em viagens internacionais em grupo.
Por que contar essa história importa?
Porque a história mostra consistência, reinvenção e confiança, elementos importantes para quem escolhe viajar acompanhado por uma marca.
